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milongas
Comments: Sexta-feira, Novembro 23, 2007
'... Hoje entendo bem meu pai. Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver'.
Amyr Klink.

5:13 PM

Comments: Quinta-feira, Novembro 08, 2007
E depois eu assisti " El pasado" do Hector Babenco. Mas não vale comentar.
12:23 PM

Comments:
Só pra finalizar, afinal tudo merece um fim...

Vou fazer um apanhado geral de filmes que andei assistindo depois prometo que mudo de assunto.
Afinal começo a considerar uma ótima idéia parar de ir ao cinema por um tempo. Tipo uma dieta, ou o cumprimento de uma promessa, um sacrificio.
Depois conto se funcionou.

Ainda na Mostra assisti ao Persépolis, um filme Francês de animação dos diretores Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi.



Eu abstraí que era animação, abstraí que pessoas desenharam tudo aquilo com mãos mágicas e deram vida e me prendi a história. Emocionei-me , dei boas risadas, sofri junto a personagem Marjane. Uma garota iraniana, filha de pais modernos para época, vive guerra e revolução no Irã, vai estudar em Viena, vive transformações internas significativas , volta ao Irã e entra em profunda depressão. E o que aconteceu com ela não precisamos ver o filme para saber. Afinal Persépolis é a auto biográfia da autora e diretora.
Lindo filme Francês. Têm alguma coisa muito boa acontecendo na produção desse país.



Dia seguinte na Cinemateca.

Les Chansons d'amour de Christophe Honoré



Um filme Francês de novo, alternativo de novo, bonito de novo, elegante mais uma vez. Coincidência? Não acredito.
Loius Garrel é o protagonista desse musical aparentemente superficial, mas que toca em feridas e temas complicados, como a liberdade de amar e a dor da perda.


E pra quebrar todo a delicadeza francesa fechei a mostra assistindo ao não mesnos respeitável o Country for Old Men dos Irmãos Cohen.
Quem me conhece um poquinho sabe que, certamente, faroeste não é o meu gênero favorito, nem o segundo nem o terceiro. Mas devo sei admirar um bom filme. E esse, Onde os fracos não têm vez, é uma bela produção que explora toda a qualidade artística do assassino psicopata, Javier Bardem. Quanta criatividade nas mortes, nos armamentos utilizados. Belo desfecho.


12:21 PM

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